
Porquê?
Não consigo entender porque existem algumas pessoas com a vida tipo fruta podre, amargurada e sem gosto pela vida de tal maneira que chegam a ofender pessoas do próprio sangue! Pessoas pela quais certamente se tem amor. Viver criticando, ofendendo, xingando, reclamando, sorrir da desgraça alheia ou até mesmo “amaldiçoar” de alguma maneira a felicidade de uma pessoa que por fazer parte de sua vida, o natural é querer apenas o melhor para esse ser próximo! Se existem pessoas assim? É com profunda tristeza que digo: SIM! E essas pessoas estão cada vez mais botando as “asinhas” de fora, ou melhor garrinhas de fora! Infelizmente não podemos colocar nesse tipo de “ser humano” dádivas como: amor, respeito, simpatia, sorriso sincero de obrigada, de por favor, de que bom te ver, de felicidade por algo, e não esquecendo a educação, e não pensem que isso vem de berço, muito pelo contrário, eu já pensava que era por caráter, e acabei de crer que pensava corretamente, afinal, ter pessoas de tão bom coração ao nosso redor, pessoas queridas do mesmo sangue, ou não, e "o tal" ser ruim e rancoroso lá, para agindo de maltrato como uma maçã podre infectando as belas e doces maçãs em volta. Sabe, independente do sofrimento que uma pessoa teve em seu passado, NADA justifica, o maltrato de pessoas estranhas, muito menos de pessoas próximas! E é por isso que volto a dizer, normalmente temos amor por pessoas de nosso sangue! E presenciar essas coisas tem me deixado triste e depressiva. Cada vez mais indignada com o desamor que a cada dia tem dobrado no mundo!
Temos apenas uma coisa a fazer:
AMAR! Amar cada vez mais! Amar também por essas pessoas que mesmo recebendo amor, não o deixa entrar e se instalar em suas vidas. Devemos também agradecer mais e reclamar menos. Se olharmos em volta veremos exemplos de vida, que jamais gostaríamos de ter e digo mais, agradecer por nossa vida ser exatamente como é.
E não precisa olhar para tão longe para enxergar esses exemplos, muitas vezes estão mais próximos do que gostaríamos!
“Sábio é aquele que vive observando. Vivendo apenas o observar,
para saber justamente o que na sua vida permitirá entrar!”
Jéssica Miranda.














